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Felipe Perazza, também conhecido como Andarilho, é profissional de marketing, designer e artista. Atua no mercado de comunicação e marketing há mais de 15 anos e como ilustrador independente. É também autor de 3 livros. O último deles, A Música dos Deuses, foi lançado em 2025 e conta uma história de fantasia com ilustrações próprias. É também o apresentador do Canal Felipe Andarilho - Arte e Design no Youtube que já conta com 26 mil inscritos.

The Witcher: as principais diferenças entre os livros, série da Netflix e jogos da CD Projekt RED

  • Foto do escritor: Andarilho Design
    Andarilho Design
  • 4 de mai.
  • 2 min de leitura

A saga do bruxo Geralt de Rívia, contada em 8 volumes por Andrezej Sapkowski originou até o momento 3 jogos, sendo que o último deles, The Witcher 3: Wild Hunt ganhou o prêmio de Jogo do Ano de 2015 pela Game Awards, popularizando a obra no mundo todo. Há um quarto capítulo da saga em desenvolvimento e com grande expectativa por parte dos fãs.


Em 2020 a Netflix começou a divulgar sua adaptação da história, que já conta com 4 temporadas. Apesar de ninguém menos que Henry Cavill no papel principal, e combates épicos, a série dividiu opiniões por trazer roteiros confusos, com diversos arcos mal desenvolvidos e, principalmente por ter fugido em alguns pontos do material original (algo que os games fizeram muito mais, diga-se de passagem).


Hoje trago alguns pontos que considero que mais mudaram em ambas as adaptações. Caso prefira assistir o conteúdo, segue o vídeo publicado lá no Canal Felipe Andarilho:



Principais diferenças entre as adaptações de The Witcher:


  1. Linha Temporal


O jogo The Witcher 3 se passa anos após a conclusão da saga nos livros, dando inclusive um novo rumo ao final da saga, que termina de modo ambíguo. Já a série da Netflix segue bem próxima dos acontecimentos descritos no livro. A 4ª e mais recente temporada, inclusive, acompanha de perto o quinto livro, Batismo de Fogo.


  1. Sinais e Poções


Dois dos atributos essenciais para os jogos, principalmente nos combates, os sinais e poções são bem mais modestos nos livros, mencionados brevemente não mais que meia dúzia de vezes. O game, em contrapartida, criou uma vasta gama de poções, com receitas próprias, além de vantagens e desvantagens. Os sinais também podem ser melhorados conforme pontos de habilidade são ganhos. A série fica num caminho próximo ao do game, com Geralt usando bastante seus Aard (empurrão e Igni (Fogo) nas batalhas.


Personagem Geralt utilizando um sinal em uma batalha nos games.

  1. Triss Merigold


Personagem bastante querida pelos jogadores, principalmente para quem acompanhou desde o Witcher 1, quando não havia Yennefer, a feiticeira ruiva tem uma participação bastante importante no começo da saga literária, sendo a primeira mulher de referência para a pequena Ciri, ainda em Kaer Morhen. Com a entrada de Yennefer na história, Triss passa a um papel secundário, voltando a ter destaque no final épico da saga. Na série da Netflix, a feiticeira, porém, é relegada uma coadjuvante quase desnecessária, fazendo pouca diferença na história, que optou por abordar mais o relacionamento romântico de Geralt e Yen.


Personagem Triss Merigold do jogo Witcher 3

  1. Geralt Apaixonado


Geralt, nos livros, é completamente apaixonado por Yennefer de Vengerberg. Isso pode ser um grande choque para o jogador acostumado à vida libertina que os games oferecem, além da possibilidade de se relacionar mais a fundo com outras personagens além da feiticeira de olhos roxos e perfume de groselha. A série da Netflix também foca bastante no romance entre os dois, embora a relação deles, principalmente no começo, seja muito mais complexa nos livros.


  1. Yennefer


Por falar na feiticeira, sua história pregressa contada na primeira temporada da Netflix é uma invenção completamente nova para a série. Nos livros, nada daquilo é mencionado. Imagino que a ideia era dar mais protagonismo à personagem, equiparando-a com Geralt. Nos games, tampouco sabemos muito do passado de Yen.


E aí, você notou mais diferenças drásticas entre as obras? Quero saber sua opinião!



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Felipe Andarilho

Arte, Design, Comunicação e Marketing

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f.andarilho@gmail.com

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